segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A Anglo American foi eleita a melhor empresa de grande porte para se trabalhar em MG



O Great Place to Work, que avalia por meio de pesquisa as melhoras empresas para se trabalhar, escolheu a Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American como a melhor empresa de grande porte para trabalhar em Minas Gerais.  Em 14 de julho, em cerimônia no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte, o resultado foi divulgado.
Ao todo, mais de 180 empresas de diversos setores participaram da pesquisa e, desse total, 35 foram selecionadas como as melhores para se trabalhar. O prêmio foi dividido em três categorias: companhias com 50 a 249 empregados, 250 a 999 empregados e mil ou mais empregados.

Pesquisa
O resultado da pesquisa é baseado na avaliação do nível de confiança dos empregados em cinco dimensões: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem; e nas práticas de gestão de pessoas das empresas, em nove áreas: contratar e receber; inspirar; falar; ouvir; agradecer; desenvolver; cuidar; celebrar e compartilhar, conforme a metodologia do instituto.
Por meio desses critérios, a pesquisa é dividida em dois eixos principais. O primeiro, que corresponde a 67% da análise, está relacionado à visão dos empregados sobre a empresa e é avaliado por meio da pesquisa de clima organizacional. Já os 33% restantes correspondem a um levantamento de políticas e práticas de gestão de pessoas.

Great Place to Work

O Great Place to Work – na tradução para o português, “Ótima Lugar Para Trabalhar”- estuda e reconhece, em mais de 50 países, excelentes ambientes de trabalho. Sua metodologia é reconhecida mundialmente e suas informações são usadas com frequência para elaborar listas das melhores empresas para trabalhar. Em média, anualmente o instituto trabalha com mais de 6.200 companhias, representando mais de 12 milhões de funcionários.

Fonte: Assessoria de Imprensa Anglo American

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Laboratório de minério de ferro operacional da Vale é o 1º acreditado pelo Inmetro



A Vale informou, hoje (4), que seu laboratório em São Luís (MA) será o primeiro de minério de ferro operacional a ser acreditado na norma ISO/IEC 17025 - 17025 - Requisitos Gerais para Competência de Laboratórios de Ensaio e Calibração. A recomendação foi feita pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), após uma auditoria que avaliou todos os procedimentos e sistema de gestão do laboratório.

Fonte: http://www.noticiasdemineracao.com/storyview.asp?storyID=826955277&section=Tecnologia&sectionsource=s1450694&aspdsc=yes

Preço do petróleo só deve subir em 2018


A indústria não espera uma retomada dos preços antes de 2018. O barril abaixo de US$ 40, na terça-feira, levou as petroleiras a reverem projeções.A Petrobrás já adiou a abertura de capital da BR Distribuidora e não descarta suspender a venda de ativos este ano. A desvalorização acumulada de quase 48% das cotações do petróleo é definida como uma "mudança de paradigma" que provoca, além dos cortes de investimentos, uma queda brusca na arrecadação de impostos, agravando a crise dos municípios.

"Estamos vivendo o fim de um ciclo, e é difícil enxergar no nevoeiro da transição", avalia Jorge Camargo, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP). Segundo ele, a situação não é "transitória". "Poucas empresas estão trabalhando com a hipótese de aguentar firme que o preço vai voltar. Empresas avaliam seus projetos para 2016 com valores na faixa de US$ 50 por barril."

"Nunca se produziu tanto petróleo e nunca houve tanto óleo estocado. Esse cenário deixa os preços a US$ 40 e em viés de baixa, o que exige muito cuidado para as empresas", avalia Lavinia Hollanda, coordenadora de pesquisa da FGV Energia. "Associado a uma tendência quase irreversível por uma demanda menor, o cenário deve permanecer no médio prazo."

Pré-sal - Para a Petrobrás, a viabilidade do pré-sal é garantida até o patamar de US$ 30. Segundo o diretor da estatal PPSA, Renato Darros, a queda deixa "a indústria toda sob ameaça", e não apenas o pré-sal brasileiro. "Será uma ameaça se esse nível se mantiver e for uma nova realidade. Hoje, não dá para falar que é uma ameaça, porque a gente olha para a frente."


Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/preco-do-petroleo-so-deve-subir-em-2018

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Demanda por aço no Brasil deve cair 7,8% em 2015, segundo Worldsteel





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Após recuar 6,8% em 2014, a demanda por aço no Brasil deve continuar em forte queda neste ano, para se recuperar no ano que vem, de acordo com um relatório de expectativas publicado nesta manhã pela Worldsteel, que reúne as 170 principais fabricantes do insumo no mundo.

Segundo as projeções da entidade, a demanda por aço no Brasil deve cair 7,8% em 2015, para 22,7 milhões de toneladas. Em 2016, a expectativa é de recuperação, com alta de 3,1%, para 23,4 milhões de toneladas.

A China, maior consumidor de aço do mundo, deve apresentar nova queda na demanda no ano, de 0,5%, para 707,2 milhões de toneladas. Em 2016, é projetado mais um recuo, de 0,5%, para 703,7 milhões de toneladas.

A expectativa da Worldsteel é que a demanda mundial por aço tenha crescimento de 0,5% em 2015, para 1,544 bilhão de toneladas. Em 2016, é esperada alta de 1,4%, para 1,565 bilhão de toneladas.

Entre os maiores consumidores de aço, o maior crescimento percentual deve ser registrado na Índia, onde é esperado aumento de 6,2% neste ano e 7,3% no próximo.

Nas economias avançadas, é esperada alta de 0,2% em 2015 e 1,8% em 2016. Nas economias emergentes e em desenvolvimento, deve haver crescimento de 0,6% e 1,2% neste ano e no próximo, projeta a entidade.

Fonte: http://www.acobrasil.org.br/

domingo, 1 de março de 2015

Projetos da Vale para melhorar qualidade de minérios serão mantidos em Minas

Os investimentos da mineradora Vale em projetos para melhorar a qualidade do minério de ferro extraído pela companhia em Minas Gerais e na expansão da produção de Carajás, no Pará, com o megaempreendimento batizado de S11D, estão sendo poupados dos cortes do orçamento, adotados pelo quarto ano em 2014. A despeito da queda dos preços da commodity no mercado internacional, que contribuiu para o prejuízo de R$ 4,761 bilhões no quarto trimestre do ano passado, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, afirmou, nessa quinta-feira, que os desembolsos previstos na Região Central de Minas e na Grande Belo Horizonte estão mantidos e serão concluídos neste ano. No balanço de 2014, a empresa teve lucro de R$ 954 milhões, um aumento de 729% frente a 2013. A Vale começa a operar no segundo trimestre projetos em implantação nas reservas de Cauê e Conceição, em Itabira, berço das atividades da companhia, e em Nova Lima, na Região Metropolitana de BH, para reposição e aumento da capacidade, com enriquecimento do minério do tipo itabiritos, de teores mais baixos de ferro. De outubro a dezembro de 2014, o investimento total nesses projetos foi de US$ 258 milhões. “Continuamos com os projetos Itabiritos para ser entregues este ano, com sensível melhora do minério dos sistemas Sul e Sudeste da Vale (ambos localizados em Minas Gerais”, afirmou o presidente da companhia. O megaprojeto S11D, o maior da história da empresa e da indústria da mineração, de acordo com Murilo Ferreira, “é intocável”. Como reação ao prejuízo do quarto trimestre, as ações ordinárias da Vale sofreram desvalorização de 4,01% no pregão de ontem da Bolsa de Valores e as preferenciais tiveram queda de 3,76%.. As novas operações de Minas Gerais permitirão à empresa se aproveitar do adicional de preços pago pelo mercado em função da qualidade do minério, em tempos de preços deprimidos. Com maior margem de manobra, a Vale definirá o mix mais ajustado à remuneração no exterior, entre os minérios de Carajás, Minas e da unidade operacional de Corumbá, em Mato Grosso do Sul. Os desembolsos da Vale em Minas, incluindo despesas de custeio, alcançaram US$ 9,08 bilhões em 2014. O Sistema Sul, que compreende os complexos Paraopeba, Vargem Grande e Itabiritos, produziu 86,3 milhões de toneladas, representando acréscimo de 9% em relação a 2013, melhor marca anual da companhia no estado desde 2007. Os complexos Itabira, Minas Centrais e Mariana, reunidos no Sistema Sudeste, produziram 107,4 milhões de toneladas. Segundo o diretor-executivo de ferrosos da Vale, Peter Popping, a empresa poderia, em tese, produzir mais do que a meta de ofertar 340 milhões de toneladas ao mercado em 2015. Cerca de 10 milhões de toneladas, dessa projeção, serão de minérios que tem mais qualidade e podem dar à companhia margens melhores de preços. Murilo Ferreira informou estar trabalhando com um preço médio por tonelada neste ano a partir de US$ 70. A cotação de quinta-feira da tonelada da matéria-prima estava na casa dos US$ 63, depois de ter variado na faixa de US$ 120 em 2013. A redução do crescimento da China, locomotiva da demanda internacional de ferro e aço, preocupa a indústria da mineração, mas o presidente da Vale aposta num cenário de demanda ainda firme do gigante asiático. GESTÃO A ordem de austeridade na gestão da companhia se mantém para 2015, com foco nos segmentos em que a Vale apresentar maior eficiência. “Estamos cada vez mais comprometidos com os custos, trazendo retorno para os nossos acionistas e da forma mais prudente (em investimentos) possível”, disse o presidente da mineradora. A companhia aplicou ao todo, em 2014, US$ 11,979 bilhões em expansão e manutenção de projetos, cifra que significou queda de 15,8% na comparação dom 2013. 

 Fonte: EM