quinta-feira, 12 de maio de 2016

Orinoco Tem Minério Disponível Para Três Meses de Produção de Ouro Em Goiás

A Orinoco Gold avança com o desenvolvimento da mina subterrânea de Cascavel, em Faina (GO), e alcança 600 metros até o momento. A mineradora disse que tem volume de minério suficiente para três meses de produção disponível para ser lavrado, com as passagens e pontos de extração já prontos. A empresa australiana espera começar a produzir no fim do 2º trimestre.
A Orinoco disse que tem o objetivo de manter o desenvolvimento da mina subterrânea suficiente antes de começar as atividades de lavra para garantir que três meses de minério para produção estejam disponíveis ao longo de 2016, à medida que a mina entra em ramp-up e o desempenho operacional inicial é avaliado. As informações são de comunicado enviado ao mercado nesta terça-feira (10).
A mina subterrânea de Cascavel foi dividida em cinco níveis e quatro zonas. O material inicial para produção virá predominantemente dos níveis 0 e 1, nas zonas Central e Norte da mina, com um pequeno volume de material proveniente da zona Sul, que será usado para blending nos primeiros meses de operação.
A Orinoco disse que a zona Sul de Cascavel tem boa mineralização, mas é consideravelmente mais espessa que as zonas Norte e Central. As decisões da melhor forma para lavrar as zonas Sul e Mestre ainda são estudadas pela mineradora. De qualquer forma, a zona Sul não faz parte do cronograma de produção dos três primeiros meses.
A companhia australiana também informou hoje que os equipamentos finais para a construção do circuito de gravidade, que ficaram presos na alfândega por dois meses, chegaram ao site de Cascavel. Os componentes estão sendo descarregados para a montagem, que começará nesta semana. Equipes da Gekko, fabricante do circuito de gravidade, e da Orinoco estão a caminho da mina.
O comissionamento está marcado para a segunda quinzena de junho, com as primeiras onças de ouro sendo produzidas em julho em Cascavel. A Orinoco pretende fazer a transição de empresa exploradora para produtora no fim do segundo trimestre deste ano, iniciando o processamento de material na planta da mina.

Fonte: IBRAM

Nova Geração de Upgrades Para Britadores da Metso Aumentam a Produtividade



A Metso está lançando uma nova geração de upgrades que visam aumentar a produtividade de antigos modelos de britadores, ao mesmo tempo em que reduzem seus custos de manutenção e permitem práticas aprimoradas de segurança.
As novas atualizações estão disponíveis para os britadores cônicos Symons e Nordberg, além dos britadores giratórios Superior.
Segundo a empresa, os upgrades são fornecidos em pacotes fáceis de instalar: cada kit inclui instruções claras de instalação que, alternativamente, podem ser supervisionados ou instalados pelas equipes de serviço de campo da Metso.
“A Metso entende a difícil situação do mercado de mineração em que nossos clientes atuam, então estabelecemos como meta desenvolver uma nova geração de upgrades para britadores que permitam aos nossos clientes gerar um melhor retorno sobre o investimento, sem a necessidade de aquisição de novas máquinas”, explica Jaakko Huhtapelto, diretor de desenvolvimento e vendas de peças de reposição da Metso.
“A colaboração próxima com nossos clientes nos permitiu desenvolver esses produtos que não somente vão ajudá-los a melhorar o resultado final, mas também conduzí-los a um ambiente de trabalho mais seguro” complementa.
De acordo com Huhtapelto, com as atualizações, a produtividade dos britadores pode ser melhorada por meio de uma capacidade de produção aumentada, ajustes mais fáceis, melhor confiabilidade da britagem e redução de engaiolamento causado por materiais superdimensionados.
“A manutenção pode ser reduzida por meio de uma melhor vida útil dos componentes, maior confiabilidade da britagem e por procedimentos de manutenção mais simples”, diz o executivo.
A segurança também pode ser elevada por meio de melhores práticas de manutenção, redução das paradas por engaiolamento e por meio do uso de ajustes automáticos ou remotos.

Fonte: IBRAM

Centaurus Diz Que Teor de Ouro em Itabira Surpreende



A Centaurus Brasil Mineração, de capital australiano, confirmou que o teor de ouro encontrado no seu ativo de Mombuca, próximo a Itabira, na região Central do Estado, é praticamente quatro vezes maior do que as pesquisas iniciais haviam mostrado. Com base em estudos geológicos, a empresa determinou um teor de até 12,2 gramas de ouro por tonelada de minério de quartzo, bem mais do que as 3,1 gramas do metal por tonelada de minério estimadas anteriormente.
A mineradora informou, em comunicado oficial divulgado no site da companhia, que o resultado foi determinado após um programa de abertura de trincheiras realizado na zona do alvo inicial (ITZ, em inglês) dentro da área do ativo. Os resultados apontaram a presença de um sistema de veios com camadas de quartzo que contém ouro com teores de até 12,2 gramas por tonelada na área pesquisada.
No comunicado, o diretor da mineradora australiana, Darren Gordon, disse que os resultados demonstraram o potencial significativo do projeto Mombuca como uma oportunidade de exploração de ouro. “Mombuca continua a proporcionar grandes resultados com a pesquisa recente, que representa um importante avanço para a exploração”, afirmou no documento.
De acordo com o diretor, levando em conta os resultados das pesquisas e a configuração geológica favorável no ativo, a exploração de ouro em mombuca tem forte potencial de entregar valor para os acionistas da mineradora. “Estamos ansiosos para trabalhar o programa de perfuração”, completou na nota.
O trabalho no projeto Mombuca começou a partir do mapeamento geológico de superfície do ativo. Um programa de amostragem geoquímica do solo também foi desenvolvido. Com base nos resultados desses programas, um exame magnético terreno está previsto para ser realizado e melhorar o conhecimento geológico das estruturas à escala regional na área do projeto.

Minério de ferro – Além do projeto Mombuca, destinado à produção de ouro, a Centaurus mantém outros projetos no Estado voltados para a produção de minério de ferro. Um deles, denominado Candonga e localizado a cerca de 130 quilômetros de Ipatinga, no Vale do Aço, é destinado à produção de 300 mil toneladas anuais do insumo siderúrgico.
O ativo de Candonga está localizado nas proximidades do principal empreendimento da mineradora no Estado, o projeto Jambreiro, destinado à produção de minério de ferro que pode chegar a 3 milhões de toneladas anuais, em São João Evangelista, no Vale do Rio Doce. Só em Jambreiro, a estimativa de investimentos na primeira fase que envolve a produção de 1 milhão de toneladas de minério de ferro por ano, é de US$ 47 milhões.
O projeto Jambreiro tem vida útil programada para 18 anos e a construção da mina já está, segundo a empresa, licenciada e aguarda apenas que os acordos de compra e venda e pacotes de financiamento estejam assegurados para ser iniciada.
O Estado é o maior produtor e exportador nacional do ouro, que também é um produto fundamental para a balança comercial mineira. Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), no primeiro quadrimestre, Minas vendeu 6,7 toneladas de ouro ao exterior, o que fez do metal o quinto produto mais importante para a pauta exportadora estadual. A receita com as remessas estaduais da commodity ao exterior entre janeiro e abril somaram US$ 255,9 milhões contra US$ 289,7 milhões no mesmo período de 2015, uma redução de 11,6%.

Diário do Comércio

A Centaurus Brasil Mineração, de capital australiano, confirmou que o teor de ouro encontrado no seu ativo de Mombuca, próximo a Itabira, na região Central do Estado, é praticamente quatro vezes maior do que as pesquisas iniciais haviam mostrado. Com base em estudos geológicos, a empresa determinou um teor de até 12,2 gramas de ouro por tonelada de minério de quartzo, bem mais do que as 3,1 gramas do metal por tonelada de minério estimadas anteriormente.
A mineradora informou, em comunicado oficial divulgado no site da companhia, que o resultado foi determinado após um programa de abertura de trincheiras realizado na zona do alvo inicial (ITZ, em inglês) dentro da área do ativo. Os resultados apontaram a presença de um sistema de veios com camadas de quartzo que contém ouro com teores de até 12,2 gramas por tonelada na área pesquisada.
No comunicado, o diretor da mineradora australiana, Darren Gordon, disse que os resultados demonstraram o potencial significativo do projeto Mombuca como uma oportunidade de exploração de ouro. “Mombuca continua a proporcionar grandes resultados com a pesquisa recente, que representa um importante avanço para a exploração”, afirmou no documento.
De acordo com o diretor, levando em conta os resultados das pesquisas e a configuração geológica favorável no ativo, a exploração de ouro em mombuca tem forte potencial de entregar valor para os acionistas da mineradora. “Estamos ansiosos para trabalhar o programa de perfuração”, completou na nota.
O trabalho no projeto Mombuca começou a partir do mapeamento geológico de superfície do ativo. Um programa de amostragem geoquímica do solo também foi desenvolvido. Com base nos resultados desses programas, um exame magnético terreno está previsto para ser realizado e melhorar o conhecimento geológico das estruturas à escala regional na área do projeto.

Minério de ferro – Além do projeto Mombuca, destinado à produção de ouro, a Centaurus mantém outros projetos no Estado voltados para a produção de minério de ferro. Um deles, denominado Candonga e localizado a cerca de 130 quilômetros de Ipatinga, no Vale do Aço, é destinado à produção de 300 mil toneladas anuais do insumo siderúrgico.
O ativo de Candonga está localizado nas proximidades do principal empreendimento da mineradora no Estado, o projeto Jambreiro, destinado à produção de minério de ferro que pode chegar a 3 milhões de toneladas anuais, em São João Evangelista, no Vale do Rio Doce. Só em Jambreiro, a estimativa de investimentos na primeira fase que envolve a produção de 1 milhão de toneladas de minério de ferro por ano, é de US$ 47 milhões.
O projeto Jambreiro tem vida útil programada para 18 anos e a construção da mina já está, segundo a empresa, licenciada e aguarda apenas que os acordos de compra e venda e pacotes de financiamento estejam assegurados para ser iniciada.
O Estado é o maior produtor e exportador nacional do ouro, que também é um produto fundamental para a balança comercial mineira. Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), no primeiro quadrimestre, Minas vendeu 6,7 toneladas de ouro ao exterior, o que fez do metal o quinto produto mais importante para a pauta exportadora estadual. A receita com as remessas estaduais da commodity ao exterior entre janeiro e abril somaram US$ 255,9 milhões contra US$ 289,7 milhões no mesmo período de 2015, uma redução de 11,6%.

Fonte: IBRAM

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Equitas Inicia Trabalhos de Pesquisa de Projeto de Ouro no Pará


A Equitas Resources começou a pesquisa no projeto de ouro Cajueiro, que fica em Alta Floresta (PA), próximo à fronteira com o Mato Grosso. A mineradora canadense vai realizar sondagens, coletar amostras e abrir trincheiras na área do alvo Baldo, que faz parte de Cajueiro. O projeto pertence à subsidiária Alta Floresta Mineração.
O programa de pesquisa vai priorizar a expansão dos recursos minerais e a identificação de novas áreas com potencial dentro do alvo Baldo. A Equitas diz que o alvo pode hospedar uma ampla mineralização de ouro e um corredor estrutural mineralizado delineado ao longo de 820 quilômetros na direção do corpo mineral na superfície. O programa será composto por sondagem diamantada, trincheiras e amostras em grande escala.
“Tendo fechado a aquisição [de Cajueiro], nós agora estamos focados em avançar com a expansão dos recursos do nosso carro-chefe Cajueiro. Nós acabamos de começar o programa de pesquisa, que será focado em zonas oxidadas com potencial. Quando analisamos os resultados de alto teor obtidos da amostragem de superfície nos últimos 18 meses, nós identificamos potencial sólido para adicionar recursos de qualidade para o projeto”, disse Chris Harris, presidente e CEO da Equitas.
A mineradora canadense pretende priorizar as atividades na região nordeste do alvo Baldo, em Cajueiro. O programa de pesquisa vai avaliar 650 metros de extensão na direção do corpo mineral no alvo, com 1.600 metros de sondagem diamantada e 700 metros de trincheira. Segundo a Equitas, os custos de sondagem devem ser inferiores a US$ 100 por metro.
Um programa de amostragem de grande escala, com o total máximo permitido de 50 mil toneladas por ano, está planejado, disse a empresa. A abertura de trincheiras já teve início e a empresa que vai realizar a sondagem deve mobilizar a plataforma para o site do projeto em breve. A Equitas não informou o nome da empresa de sondagem, apenas disse que é “internacionalmente reconhecida”.
O projeto Cajueiro, localizado próximo à fronteira com o Mato Grosso, possui os alvos Crente, Baldo, Matrincha e Marines. A estimativa de recursos minerais do projeto foi dividida em rocha sã na zona com mineralização sulfetada e saprólito na zona com mineralização oxidada.
No primeiro caso, os recursos indicados são de 8,63 milhões de toneladas, com 0,77 g/t, para 214,1 mil onças e os recursos inferidos de 9,52 milhões de toneladas, com 0,66 g/t, para 203,5 mil onças de ouro. Na zona oxidada de Cajueiro, a Equitas obteve apenas recursos inferidos, que somaram 1,37 milhão de toneladas, com teor de 1,77 g/t de ouro, para 78.400 onças.
A mineradora também é dona do projeto de níquel, cobalto e metais do grupo da platina Garland, que fica em Labrador, no Canadá. O empreendimento está a 30 quilômetros da mina de Voisey’s Bay, da Vale Canadá.

Fonte: IBRAM

Minas Stones Obtém Licença de Implantação Para Projeto de Quartzo na Bahia



A Minas Stones Mineração obteve, na quinta-feira (5), a licença de implantação para o projeto Serra Escura, localizado na zona rural do município de Tanhaçu (BA). O empreendimento prevê a lavra e o beneficiamento de cerca de 480 mil toneladas por ano de quartzo com teor médio de 99%.
O produto será usado no setor metalúrgico, na produção de ligas de silício metálico e liga do tipo ferrossilício.
Segundo Marcos Nunes, diretor de Mineração da empresa, serão investidos R$ 9 milhões no projeto. “As obras de implantação da mina vão durar cerca de seis meses a um ano e, na fase final do projeto, serão empregadas de 40 a 50 pessoas”, disse ele, em entrevista por telefone nesta segunda-feira (9) ao Notícias de Mineração Brasil.
No que diz respeito à logística do empreendimento, Nunes disse que o transporte de produto final será feito por meio de transporte ferroviário, considerando que a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) está localizada próximo ao projeto e a Ferrovia de Integração Leste-Oeste (Fiol) está sendo construída no Estado. “Isso dependerá da localização do cliente”, declarou.
Questionado sobre quais equipamentos serão necessários para o empreendimento, o diretor da Minas Stones mencionou escavadeira, perfuratriz, caminhões e unidade de britagem e classificação. Nunes disse que os equipamentos ainda não foram comprados.
Segundo o Relatório de Impacto Ambiental (Rima), feito pela Arcoverde Consultoria e Projetos (ACP) em abril de 2013, a mina e as instalações auxiliares do empreendimento vão ocupar uma área cercada de 93 hectares. Desse total, 36 hectares serão efetivamente ocupados e os 57 restantes serão áreas verdes próximas à mina.
A vida útil da mina do projeto Serra Escura é de 60 anos e as reservas cubadas e aprovadas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) são de aproximadamente 30 milhões de toneladas de quartzo. O produto final da mina será a brita de quartzo em duas faixas de tamanho, uma de cinco a 25 milímetros e outra de 20 a 100 milímetros.
De acordo com o website Jazida.com, a empresa Minas Stones Mineração possui quatro autorizações para pesquisa, sendo uma para diamante em Diamantina (MG), uma para minério de silício em Conceição do Mato Dentro (MG), e duas para quartzo em Tanhaçu (BA). A companhia também possui três requerimentos de lavra, sendo um para quartzo e dois para quartzo industrial em Tanhaçu (BA).

Fonte: IBRAM