terça-feira, 7 de junho de 2016

Preços do aço e do minério de ferro ampliam ganhos na China

Os contratos futuros do aço negociados em Xangai ampliaram ganhos para atingir máximas de três semanas nesta terça-feira, em meio a mais restrições na produção em importante cidade produtora chinesa, enquanto os preços do minério de ferro subiram com usinas reconstruindo estoques antes de um feriado ao final da semana.
A cidade de Tangshan, líder na produção de aço da China, determinou que usinas locais e próximas reduzam a produção entre 14 e 21 de junho para aliviar a poluição, em medida semelhante à adotada em maio. A determinação reforça a esperança de que a oferta de aço fique mais apertada em momento de baixa demanda, disse o analista Richard Lu, da consultoria CRU em Pequim. Mas ele disse que a alta de preços deve ser momentânea.
Os futuros do vergalhão de aço subiram para 2.103 iuanes (320 dólares) a tonelada em Xangai, seu mais alto nível desde 18 de maio, antes de fechar a 2.077 iuanes, uma alta de 2,3%. O minério de ferro na bolsa de Dalian fechou em alta de 3,5%, para 369,50 iuanes por tonelada, após um pico de 374,50 iuanes mais cedo, o maior nível desde 23 de maio. No mercado físico, o minério de ferro para entrega imediata no porto de Tianjin subiu 1,7 dólar nesta terça-feira, para 52,30 dólares a tonelada, de acordo com o The Steel Index.

Fonte: Exame

Votorantim Cimentos de Nobres recebe Selo Verde


A Votorantim Cimentos de Nobres recebeu, no dia 6 de junho, em solenidade promovida no auditório Cloves Votterato, na Casa Civil, em Cuiabá, a certificação do Selo Verde. Participou do evento, o assessor de Meio Ambiente da Votorantim Cimentos de Nobres, André Coutinho de O. Castro, que recebeu o certificado do secretário de Estado de Meio Ambiente, Carlos Henrique Baqueta Fávaro.
O Selo Verde é concedido pelo Governo de Mato Grosso para empresas do estado que aplicam políticas e práticas sustentáveis em seus processos de produção e operação. Para receber a certificação, a Votorantim Cimentos de Nobres foi submetida a uma inspeção promovida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), que avaliou se o sistema de gestão ambiental da fábrica é executado em conformidade com a Lei Estadual nº 8.397, de 20 de dezembro de 2005, que institui o Selo Verde.
Entre os critérios avaliados, a equipe da Secima verificou a licença ambiental da fábrica, os processos de produção e operação, os sistemas de controle ambiental, o consumo de água e de energia elétrica, o controle de vetores e pragas, além da gestão de materiais, resíduos, efluentes líquidos e emissões atmosféricas. A empresa poderá utilizar o Selo Verde durante um ano nas embalagens de seus produtos e em campanhas. Com a conquista, a Votorantim Cimentos de Nobres buscará agora a ISO 14001, certificação ambiental de nível internacional.

Fonte: Assessoria

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Nióbio, solução econômica do Brasil é negócio da China

O metal mais raro no mundo, Nióbio (Nb), possível maior riqueza do Brasil, enriquece alguns brasileiros privilegiados e países Asiáticos.O Brasil detém 98% da reserva mundial. Hoje, toda tecnologia de ponta possui nióbio, entre elas: aviação, veículos, armas bélicas, bombas atômicas, construções, e etc.; sendo, em sua maioria, nióbio brasileiro. Estima-se que este minério sai do país a preços de banana e o país perde bilhões.
A Deputada Gorete (PR/CE) possui um projeto de lei PL1581/2015, visando regulamentar a extração e comercialização do nióbio e aumentar o retorno financeiro para o Brasil. Este projeto está parado esperando parecer das Comissão de Minas e Energia(CME) e inclusão da PL4978/2013 de Giovani Cherini, para nacionalizar a extração deste minério.
A CBMM em Araxá/MG é a maior exploradora do país, com 80% da produção nacional e 85% da produção mundial, cerca de 150 mil toneladas, controlando o valor. Em 2012, foram vendidos 30% de seus ativos a países Asiáticos, que fez a aquisição para se precaver do chamado “monopólio do nióbio”. Então como isso aconteceu? Sob a sombra de Aécio Neves e Antônio Anastasia, que  silenciosamente autorizaram esta operação bilionária e ilegal, ao consórcio entre Japão, Coreia e China.
Recentemente, em abril de 2016, a empresa Anglo Americana, vendeu por US$ 1,5 bilhão, em dinheiro, as operações de nióbio e fosfato que tem em Goiás para a companhia estatal China Molybdenum Co. (CMOC)
Em 2007 o governo Lula privatizou a Amazônia. Chineses ganharam o direito de explorar a floresta amazônica em Rondônia, local onde encontra-se uma das jazidas de nióbio. Embora a população só tenha tomado conhecimento da existência do nióbio nestas terras recentemente, em 2011, a Funai, em 200, já havia emitido um alerta, e solicitou ao TCU fiscalização nestas terras, pois a “extração do metal estava sendo feita de forma clandestina”. O que mostra que já era sabido destas reservas antes de sua privatização. Outra arbitrariedade.
O Canadá, detém cerca de 1,5% das reservas mundiais. Com a exploração do nióbio, financia benefícios gratuitos na área de saúde e educação para a sua população. No Brasil, com a exploração e comercialização regulamentados, poderia ser feito muito mais.
Com tantas irregularidades que vêm acontecendo no país, se a população brasileira não se posicionar sobre a necessidade da aprovação de lei acerca da extração e comercialização do nióbio, o Brasil pode estar entregando ao mundo a maior riqueza nacional e também mundial.

Fonte: BR Blasting News

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Indústria mineira exige iniciativa para sair da crise


Em abril a indústria mineira respirou. Pela primeira vez em meses, o faturamento das empresas mineiras foi positivo, fechando com crescimento de 2,7% sobre março, segundo o Index da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O indicador ainda não aponta tendência nem reverte o quadro de forte queda da produção na comparação anual, de -5,9% em abril, mas renova esperanças de que os desafios atuais possam ser superados.
Para a reviravolta, no entanto, representantes da indústria exigem mudanças estruturais no país, conforme afirma o presidente do Conselho de Políticas Econômicas da Fiemg, Lincoln Fernandes.
Este, aliás, é o tom aguardado para as falas dos empresários e dirigentes industriais que participarão, hoje, da comemoração do Dia da Indústria, evento da Fiemg que acontece à noite, no Minascentro. Na solenidade, Bruno Melo Lima, presidente da Metalsider, empresa siderúrgica de Betim, receberá o título de Industrial do Ano 2016. Outros 15 empresários serão homenageados com a Medalha do Mérito Industrial.
Segundo Fernandes, o empresariado tem lutado para sobreviver no cenário degradado. “Mas o efeito prático tem sido quase nulo. Nós estamos na dependência do embate político, que não acaba. (O problema) É o desarranjo político”, afirma o representante da Fiemg.
Como exemplo das necessárias “ações duras”, ele cita as reformas trabalhista e previdenciária, além do corte de gastos do governo. “Só assim haverá espaço para redução de juros”, observa. As concessões de infraestrutura também são citadas por Fernandes como alavanca da indústria mineira.

Mineração

O presidente da J. Mendo Consultoria, empresa especializada em mineração, José Mendo Mizael de Souza, concorda que concessões em infraestrutura são fundamentais para impulsionar a indústria mineira.
“A mineração tem muitos nichos, do ferro ao cimento, e uma grande cadeia produtiva a. É o alicerce da nossa economia”, afirma.
A mineração, aliás, foi responsável por segurar o resultado positivo da indústria mineira em abril. No mês, o faturamento do setor foi 12,7% superior ao registrado em março, segundo a Fiemg. As exportações do setor extrativo mineral também se destacaram no Estado, com alta de 10,6%, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Bebidas

Em abril, o segmento de bebidas foi outro destaque positivo. As indústrias do setor registraram elevação de 8,5% no faturamento segundo o Index da Fiemg.
De acordo com o gerente geral da Mate Couro, Lazio Divino Pinto, a companhia acompanhou o bom momento e investiu em uma grande campanha promocional na primeira semana de maio, com reflexo num crescimento de 5% na receita. “Não aumentamos o lucro, mas a ação fez com que mais pessoas conhecessem nossos produtos”, disse o executivo.

Fonte: Hoje Em Dia

Diretor do DNPM vem a MT debater barragens de mineração; seis tem risco igual a de Mariana

O diretor de Fiscalização da Atividade Minerária do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), geólogo Walter Lins Arcoverde, vem a Mato Grosso para palestrar sobre o controle de barragens de mineração. Mato Grosso possui seis delas em situação de risco igual a barragem do Fundão, em Mariana, que se rompeu em novembro de 2015, no maior desastre ambiental brasileiro e maior do mundo envolvendo esse tipo de situação – clasificação C.
A palestra acontecerá no dia 3 de junho, no Auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa, a partir das 8h, como parte das atividades especiais em comemoração ao dia dos Geólogos. Walter Lins e o responsável pelo setor do DNPM que fiscaliza barragens de mineração em todo o Brasil, assunto que será tema de sua palestra.
Em continuação, entidades do setor irão realizar uma apresentação de uma proposta conjunta de tabela de mínimo profissional para as atividades desenvolvidas por geólogos.No período da tarde ocorrerá a partir das 14h a Audiência Pública sobre a Política Estadual de Geologia e Recursos Minerais no Estado de Mato Grosso. A Audiência debaterá o previsto no Titulo V, Capítulo III, Seção III, artigos 297 a 299 da Constituição do Estado de Mato Grosso.
Mesmo prevista há mais de 25 anos, a política estadual de Geologia e Recursos Minerais nunca foi implementada, e o debate desenvolvido certamente ajudará muito na construção deste importante mecanismo para o Estado. A atividade é organizada pela Associação dos Profissionais Geólogos do Estado de Mato Grosso (AGEMAT), a Associação de Geólogos de Cuiabá (GEOCLUBE) e o Sindicato dos Geólogos do Estado de Mato Grosso (SINGEMAT); e conta com o apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), da Mutua Caixa de Assistência, Faculdade de Geociências da Universidade Federal de Mato Grosso, do Centro Mato-grossense de Estudos Geológicos (CEMATEGE) e da Companhia Mato-grossense de Mineração (METAMAT).

Fonte: Cenario MT